De volta à dura realidade, mas ainda com alguns rabiscos de férias.
Este foi feito enquanto saboreava um Gin Tónico na esplanada a ver as movimentações do cais da carreira da Ilha da Armona... era a hora de ponta da tarde.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Rabiscos de Férias X - Viajantes
É frequente chegarem e pernoitarem viajantes, em barcos de todos os tipos.
Estes, hoje chegaram num catamaran logo pela manhã... Ainda cá estão, acho que vão dormir por aqui.
Rabiscos de Férias IX - O homem da pipocas
Não lhe conheço o nome, nem o que faz o resto do ano, mas quando chega aos meses de verão é vê-lo todos os dias do almoço ao deitar a fazer pipocas e a encher o ar desse cheiro adocicado.
Hoje pouco passavam das quatro da tarde e já cheirava a pipocas a mais de quinhentos metros do sítio onde estaciona há anos.
terça-feira, 26 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Rabiscos de Férias VII - Sobre o mar (ria)
O caos da construção na Armona tem coisas incríveis como estas casas feitas mesmo em cima da linha de maré, que quando está cheia é possivel mergulhar directamente da porta de entrada...
Alguns privilegiados (se é que se pode dizer que o sejam) têm vistas soberbas da varanda, sobre o estuário da ria e o maravilhoso Pôr-do-Sol Armonense.
Alguns privilegiados (se é que se pode dizer que o sejam) têm vistas soberbas da varanda, sobre o estuário da ria e o maravilhoso Pôr-do-Sol Armonense.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Rabiscos de Férias VI - O moinho
Moínho de Maré visto da Ria.
Parque Natural da Ria Formosa - Quinta de Marim - Olhão
Está nos planos uma visita a este Parque Natural.
Parque Natural da Ria Formosa - Quinta de Marim - Olhão
Está nos planos uma visita a este Parque Natural.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Rabiscos de Férias V - O Caos
A Ilha da Armona é um caos urbanístico, nem sei bem se se pode usar a palavra urbanístico neste caso.
Seja qual for a palavra que a descreva, este pedaço de Portugal tem uma mística que inebria quem cá vem e faz querer voltar.
A noite cheira a buganvilias e maresia, por entre passeios na "passadeira" e cafés nas esplanadas, corre sereno o Julho.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Rabiscos de Férias IV - A praia "da ponte"
Também chamada a praia do Carlos, por causa do restaurante "CarlosBar".
Julho corre sereno, com o Dolce Fare Niente.
Julho corre sereno, com o Dolce Fare Niente.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Rabiscos de férias III - O Donax
Já falei sobre ele uma vez, o Donax veio para morrer aqui numa praia da Ria Formosa.
Este ano já não flutua...
domingo, 17 de julho de 2011
Rabiscos em Férias II - A travessia
No velho Ferry Boat "Guadiana" ria acima, passamos por este cais que visto dali parece estar no meio do nada. O cerro de S. Miguel ao fundo, é figura dominante por estas bandas.
Com vistas destas, deve ser por isso que lhe deram o nome de "Formosa".
Com vistas destas, deve ser por isso que lhe deram o nome de "Formosa".
sábado, 16 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
O Ouriço
No ultimo domingo ao final da tarde, foi engraçado ver na estrada do Magoito um pequeno ouriço a atravessar a estrada.
Apesar de ainda muito pequeno os condutores viram-no e pararam para lhe dar passagem, chegou incólume ao outro lado e desapareceu por entre a erva da berma. As crianças deliraram.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Tempos de espera
As esperas são sempre "úteis", principalmente quando se tem um caderno e uma caneta.
Entre o que se está a observar e a divagação do pensamento o processo tal como o resultado podem ser confusos.
Entre o que se está a observar e a divagação do pensamento o processo tal como o resultado podem ser confusos.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
A Alameda - Curry Cabral
Este foi o último rabisco feito antes da intervenção.
Já estava internado mas ainda podia "ir até lá fora apanhar ar".
Sentei-me num banco da alameda central e deixei-me por ali estar, o final de tarde traz uma calma no movimento frenético de pessoas naquele espaço durante o resto do dia.
Enquanto rabiscava (a mão não parava de tremer vá-se lá saber porquê) um bando de pássaros foi-se instalando e debicando restos de alguma coisa, indiferentes à minha presença.
Já estava internado mas ainda podia "ir até lá fora apanhar ar".
Sentei-me num banco da alameda central e deixei-me por ali estar, o final de tarde traz uma calma no movimento frenético de pessoas naquele espaço durante o resto do dia.
Enquanto rabiscava (a mão não parava de tremer vá-se lá saber porquê) um bando de pássaros foi-se instalando e debicando restos de alguma coisa, indiferentes à minha presença.
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