sábado, 13 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Almeirim e a Sopa da Pedra...
Não tenho por hábito fazer desvios para refeições, mas hoje ao almoço na viagem de Leiria para Setúbal virei da A1 para a A13 e à passagem por Almeirim não resisti ao apelo e desviei para uma soberba Sopa da pedra e que bem que ela soube e que mal que ela vai fazer...
Na toalha ficou o rabisco...
Na toalha ficou o rabisco...
terça-feira, 9 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Recordações...
"... Ao longe, na curva surge uma velha bicicleta que quebra o silêncio do lugar. Carrega uma vida inteira debruçada sobre o guiador e vem ofegante. Poucas vezes tinha ela visto o mundo a passar àquela velocidade, reconheço o homem, estranho o frenesim…"
No dia de aniversário do meu irmão mais novo, recordei-me do meu Avô...
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Numa toalha perto de si...
Ontem na toalha do almoço num restaurante da capital, enquanto a televisão dava o telejornal com os temas de sempre que nos causam depressão e insónias, imaginava-me refastelado à beira mar a rabiscar uma coisa qualquer...
Quando será que volta o D. Sebastião?
Quando será que volta o D. Sebastião?
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Contemplando III
O titulo original desta série de rabiscos é " À espera de IVAN", e retrata, brincando, a ansiedade de uma colega cujo marido seguiu o conselho do nosso "estimado" Primeiro e emigrou.
Parece que o Fado do português é sempre o mesmo...
domingo, 23 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
O Teodolito e a Estação total
Dantes chamava-se Teodolito, era usado em topografia e servia para cartografar e/ou implantar algo num determinado lugar.
Precisava de um Topografo e de de um ajudante denominado de porta-miras, que era basicamente a pessoa que andava literalmente de um lado para o outro muitas vezes em condições incríveis, a "estacionar " a mira para o topografo poder "ler" e referenciar determinado ponto.
O topografo por sua vez, depois de "ler" esse ponto, apontava no seu caderno de campo(caderneta) e através de complicados cálculos determinava e referenciava o local.
Hoje dispensa-se o ajudante e usa-se uma complicada estação total, completamente robotizada, e o topografo que outro-hora ficava calmamente à sombra, (era frequente usar um chapéu de sol) carrega ele próprio para além da mira, faça chuva ou frio, sol ou nevoeiro uma espécie de computador portátil/detector de movimento, detectável pela dita Estação Total e que vai ela fazendo as contas sozinha sem ser preciso o caderninho.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)















