terça-feira, 21 de julho de 2015

Improdutividade e conversas de Raparigas

No mesmo dia e seguido do rabisco de ontem, virei-me para trás e "apanhei" um grupo de senhoras que conversava calmamente à sombra de um chapéu, apesar de ser fim de tarde o sol ainda estva quente... muito quente... foi rápido porque a água estava a chamar por mim...

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Improdutividade...

Nunca umas férias minhas na Ilha da Armona foram tão improdutivas, rabisticamente falando... claro...

segunda-feira, 22 de junho de 2015

La Muchacha de espaldas e o Plasmodium...



Dores no corpo e garganta, mal-estar geral, “alguma” febre, mesmo com a garganta a destoar ao fim de dois dias em Angola é sinonimo de ida á clinica, por isso nada melhor para fazer num sábado do que percorrer metade da ilha de Luanda a ver os outros na praia e ir fazer uma análise à Malária.
Já depois das 1001 burocracias da praxe sentei-me na sala, à espera de ser consultado. A um canto uma reprodução de uma obra do Salvador Dali, a única naquela sala e se calhar no hospital todo.
 Uma figura feminina de costas a olhar a paisagem, onde o pormenor do cabelo era dominante e soberbo, fiquei longos minutos a olhar aqueles três canudos de cabelo negro a cair pelas costas reflectindo a luz do sol. Lembrei-me dos complexos “relógios derretidos” surrealistas em comparação com aquela simplicidade.
Tirei o caderno e tentei rabiscar os canudos de cabelo que continuavam a fascinar-me, depois a figura da mulher/menina, já depois de visto pelo médico e de ir para outra sala tirar sangue, de memória acrescentei resto do casario, os montes ao longe e a cor.
Em casa pesquisei, a obra chama-se “muchacha de espaldas”… e eu tentei… cheio de “liberdades” tentei rabiscar um Mestre…  ele que me desculpe…
Plasmodium falciparum (Malária) – Negativo, é só uma amigdalite.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Pequenos nadas que fazem falta

As saudades que eu já tenho de cerejas, morangos e pessegos...
Pequenos nadas a só damos valor quando não os temos...

sexta-feira, 12 de junho de 2015

O formigueiro



Quem gosta de rabiscar, sabe que quando começa o formigueiro na mão é inevitável pegar uma caneta e riscar, não interessa o quê, é preciso é “sujar” aquela folha aquela toalha do restaurante o caderno, registar aquele momento ou transmitir aquela ideia.
Às vezes risca-se sem nexo, só porque isso liberta tensões, relaxa ou como no meu caso, o acto de rabiscar ajuda-me reflectir e meter as ideias em ordem.
Hoje olhei para os “papeis” e percebi que não faço um rabisco desde o dia 26 de Maio, há 17 dias que que não meto as ideias em ordem… Não está fácil…
Hoje rabisquei um desgraçado, só porque sim, só porque durante uns momentos numa reunião o formigueiro apareceu…

quarta-feira, 20 de maio de 2015

sábado, 16 de maio de 2015

Sai um "bacalhau que nunca chega"

Mais uma sexta, mais uma semana que acaba...
O já tradicional jantar de sexta, desta vez no "Veneza", mas sem canais nem as gondolas, mas com um bacalhau que nunca chega... uma espécie de bacalhau à Brás, mas sem o Brás e com bacon à mistura...
Nas toalhas uma espécie de terrorista, mas sem o "ista"... Porquê?
Não sei... mas a parvoíce foi tanta durante o jantar, que o rabisco foi só mais uma...

terça-feira, 5 de maio de 2015

Sim fui a Benguela...

...e os únicos rabiscos que fiz foram nas toalhas dos restaurantes...
Viagem longa, estradas difíceis e pouco tempo... era rabiscar ou passear. Escolhi passear e conhecer a cidade de Benguela e do Lobito, tão diferentes de Luanda e para melhor.