quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Nostalgia...

Hoje ao almoço enquanto rabiscava uns barquitos, dei por mim a lembrar-me da praia da Tocha...
Os barcos de lá não são nada iguais a estes, mas o palheiro (a casa) pintado de negro é ...
E agora que é quase hora de jantar, uns mexilhões à Bulhão Pato para entrada, seguida de uma telha terra e mar, no Panorama isso é que era... ah pois era...
Ainda existe o restaurante Panorama? espero que sim...

terça-feira, 29 de setembro de 2015

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Ao vapor...

Acabadas de apanhar, em cima de uma travessa cheia de gelo picado, depois de cozinhadas ao vapor, com um borrifo de sumo de limão, uma garrafa de verde Leira do Canhoto gelado e uma das vistas da Ilha da Armona, com a minha "Companhia" preferida, o que mais se podia pedir ?...
Enfim... desejos...

terça-feira, 21 de julho de 2015

Improdutividade e conversas de Raparigas

No mesmo dia e seguido do rabisco de ontem, virei-me para trás e "apanhei" um grupo de senhoras que conversava calmamente à sombra de um chapéu, apesar de ser fim de tarde o sol ainda estva quente... muito quente... foi rápido porque a água estava a chamar por mim...

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Improdutividade...

Nunca umas férias minhas na Ilha da Armona foram tão improdutivas, rabisticamente falando... claro...

segunda-feira, 22 de junho de 2015

La Muchacha de espaldas e o Plasmodium...



Dores no corpo e garganta, mal-estar geral, “alguma” febre, mesmo com a garganta a destoar ao fim de dois dias em Angola é sinonimo de ida á clinica, por isso nada melhor para fazer num sábado do que percorrer metade da ilha de Luanda a ver os outros na praia e ir fazer uma análise à Malária.
Já depois das 1001 burocracias da praxe sentei-me na sala, à espera de ser consultado. A um canto uma reprodução de uma obra do Salvador Dali, a única naquela sala e se calhar no hospital todo.
 Uma figura feminina de costas a olhar a paisagem, onde o pormenor do cabelo era dominante e soberbo, fiquei longos minutos a olhar aqueles três canudos de cabelo negro a cair pelas costas reflectindo a luz do sol. Lembrei-me dos complexos “relógios derretidos” surrealistas em comparação com aquela simplicidade.
Tirei o caderno e tentei rabiscar os canudos de cabelo que continuavam a fascinar-me, depois a figura da mulher/menina, já depois de visto pelo médico e de ir para outra sala tirar sangue, de memória acrescentei resto do casario, os montes ao longe e a cor.
Em casa pesquisei, a obra chama-se “muchacha de espaldas”… e eu tentei… cheio de “liberdades” tentei rabiscar um Mestre…  ele que me desculpe…
Plasmodium falciparum (Malária) – Negativo, é só uma amigdalite.